Mardi 1 février 2011 2 01 /02 /Fév /2011 04:52

 

Lá em Fevereiro,
Que leva a ovelha
E o carneiro

Fevereiro faz dia
E logo Santa Maria

O primeiro [dia] jejuarás
O segundo guardarás,
E o terceiro irás a S. Brás

Se a Senhora da Luz chorar,
Está o Inverno a acabar ;
Se a Senhora da Luz rir,
Está o Inverno pr’a vir

Quando a Candelaria chora,
O inverno está fora ;
Quando a Candelaria ri,
O inverno está p’ra vir

Se a Candeia chora,
Está Inverno fora ;
Se a Candeia rir,
Está Inverno por vir

Quando as Candeias choram,
O Inverno vae fora ;
E quando riem,
O Inverno está p’ra vir

Fevereiro,
Enganou a mãe ao soalheiro

Fevereiro
Agora a mãe no ribeiro

Fevereiro, couveiro,
Affaz a perdiz ao soalheiro,
Março tres ou quatro,
Em Abril está cheio o covil,
Em Maio… pio, pio, pelo matto
  A castanha e o vesugo
Em Fevereiro não tem çumo

Para parte de Fevereiro
Guarda lenha

Fevereiro
Fêveras de frio
E néao de linho

Agua de Fevereiro
Mata o onzeneiro

Em não chovendo em Fevereiro,
Nem bom prado, nem bom palheiro

Quando não chove em Fevereiro,
Não ha bom prado, nem bom centeio

Pelo S. Mathias,
Antes de Março cinco dias
Salta a boga na cascalheira

Por S. Mathias
As noites eguaes aos dias

Em dia de S. Mathias
Começam as enxertias

Fevereiro coxo,
Em seus dias vinte oito

Fevereiro
Séca as fontes,
Ou leva as pontes

Se em Fevereiro não chover,
Não terás prado abundante
Nem centeio has de ter

 

 

Fonte :

Revista Lusitana, vol II, Livraria Portuense, 1890-1892, pp124-126

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Jeudi 27 janvier 2011 4 27 /01 /Jan /2011 06:17

 

1911   Dr Manuel Maria Toscano  
1912   José António Liberal  
1913   Major António Marques Bronze  
1914   Alexandre Duarte Reis  
1915-1918   Dr Manuel Pessoa Torreira da Fonseca  
1919   Dr Manuel Maria Toscano  
1922-1926   Dr Manuel Pessoa Torreira da Fonseca (2a vez)   
1927-1931   Dr Mário Vasconcelos  
1931-1934   Arciprestre Angelino Marques Craveiro   Pe-Angelino-Craveiro.jpg
1935-1938   Dr Lino Augusto Pinto Cardoso de Oliveira  
1938-1941   Tenente António Mendes Machado  
1942-1949   Dr João Simões Cúcio  
1950-1961   Dr Lino Augusto Pinto Cardoso de Oliveira (2a vez)   Lino-Cardoso-01.jpg
1962-1967   Dr João Adelino Silva Pereira  
1967-1969   Prof. Joaquim Pires Santos  
1970-1974   Prof. Doutor Manuel dos Santos Silva  
1974-1976   Dr Emilio Lopes Matos  
1977-1979   Dr Albano José Garrido Pais de Sousa  
1980-1983   Major General Júlio Augusto Pessoa Carvalho Simões (1922-2008)  
1984-1993  

Dr Albano José Garrido Pais de Sousa

(abdicou em 31/07/1993, sendo substituido até ao fim do mandato pelo Dr Diamentino dos Santos Miguéis)

 
1994-1997   Dr Rui Mendes Crisostómo (PS)  
1998-2005   Dr Jorge Manuel Catarino dos Santos (PSD) 2 mandatos Jorge-Catarino-pres-cam-Cantanhede-01.jpg
2005-2013   Dr. João Carlos Vidaurre Pais de Moura (PSD) 2 mandatos   Joao-Moura-pres-cam-Cantanhede-03.jpg

 

 

 

Links :

http://www.cm-cantanhede.pt

- biografia de Major General Júlio Augusto Pessoa Carvalho Simões

http://www.pocaricaonline.com

- biografia de Dr João Carlos Vidaurre Pais de Moura

 

Fontes :

- FIGUEIRA, António Alexandre Henriques. Personalidades ilustres gente de bem e figuras típicas de Cantanhede século XX. Cantanhede : gráfica Cantanhedense, 2001.

 

 

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Samedi 22 janvier 2011 6 22 /01 /Jan /2011 06:29

 

gaiteiro-coimbra-arrabaldes-c1900.jpg   gaiteiro-coimbra-c1910.jpg
 Arrabaldes de Coimbra, c1900
   Coimbra, c1910
  gaiteiro-Bombarral-1910.jpg     gaiteiro-ourenta-2000s.jpg
 Gaiteiro de Bombarral em Lisboa, 1910
   Ourentã (Cantanhede), anos 2000
     
     
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Dimanche 16 janvier 2011 7 16 /01 /Jan /2011 06:09

 

Incendio


Na Segunda feira 29, houve no predio do Sr João Agostinho, em Ançã, um formidavel incendio que destruiu muitas carradas de lenha, e muito mais prejuizos faria o fogo se entrasse no seus armazens de azeite e aguardente, como esteve prestes, e se a boa vontade e actividade do pessoal que accudiu, não obtasse a sua propagação.

Não houve ferrimentos.

 

 

Desastre

 

José Marques Sacarrão, pedreiro d’Ançã, tem em reconstrucção a fachada da sua casa em que habita na rua de Cimo da villa. O predio compõe-se de andar inferior, ao rés do chão e de andar superior. Ante hontem, cerca das 5 horas da tarde, achavam-se dois carpinteiros trabalhando no andar inferior, e o Sacarrão, a mulher e uma filha mais velha d’estes estavam no andar superior quando o tecto da casa abateu, colhendo aos tres ultimos e deixando-os mal feridos, especialmente a mulher.

 

 

Fonte :

Jornal de Cantanhede n°6, 04/08/1889

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Mardi 11 janvier 2011 2 11 /01 /Jan /2011 06:37

 

moleiro-Lisboa-c1806.jpg     moleiro-Norte-c1903.jpg
 Lisboa, c1800
  Norte, c1900
  moleiro-Paco-de-Souza-c1909.jpg     moleiro-Minho-c1917.jpg
 Paço de Souza, c1900
  Minho, c1910
  moleiro-Ermesinde-c1914.JPG     moleiro-Minho-moinho.jpg
 Ermezinde, c1914    
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Mercredi 5 janvier 2011 3 05 /01 /Jan /2011 06:12

 

Ourentapinhal.jpg "Acto de malvades

 

Em uma das noites da semana passada, alguns d’aquelles que não tem consciencia de seus actos, enterteu-se cortando, golpeando e descascando parte das arvores que ornam a estrada da Geria a Mira, entre os kilometro 24 e 25."

 

Jornal de Cantanhede n°4, 21/07/1889

 

 

 

"Manuel da Costa Oliveira Cabral, do Bebedouro, annuncia a todas as pessoas da freguezia de Cadima e Tocha, que estão no costume de atravessarem pela suas mattas e pelas de seus manos, e que se denominam Carvalheiras, Raposas e Loureira, que tal passagem fica prohibida da publicação d’este annuncio em diante ; não abrangendo com tudo esta prohibição às pessoas que se consideram amigos do annunciante, ou possam obter licença. E para que se não possa allegar ignorencia se vai publicar este annuncio no Jornal de Cantanhede.

 

Bebedouro, 17 de Julho de 1889

Manuel da Costa Oliveira Cabral"

 

Jornal de Cantanhede n°5, 28/07/1889

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Samedi 1 janvier 2011 6 01 /01 /Jan /2011 06:56

 

Primeiro de Janeiro,

Primeiro dia de verão

 

Janeiro

Tem uma hora por inteiro

 

Janeiro fóra

Mais uma hora

 

No primeiro de Janeiro

Sube ao outeiro

A ver o nevoeiro

 

Janeiro, Janeiro,

Põe-te no outeiro :

Se vires verdegar,

Põe-te a chorar,

Se vires terrejar

Põe-te a cantar

 

Em Janeiro

Sobe ao outeiro

Se vires verdejar

Põe-te a orar

Se vires terrejar

Mette-te a cantar

 

Em Janeiro

Vae ao outeiro

Se vires verdejar

Põe-te a chorar

Se vires alquevar

Põe-te a cantar

 

Trovões em Janeiro,

Nem bom prado, nem bom palheiro

 

Em Janeiro

Sete capellos

E um sombreiro

 

Em Janeiro,

Nem galgo leboreiro

Nem açor perdigueiro

 

Em Janeiro,

Um pouco ao sol,

Outro ao fumeiro

 

Obreiro em Janeiro

Pão te comerá

Mas obra te fará

 

Em Janeiro

Mette obreiro,

Mês meante,

Que não ante

 

Em Janeiro

Mette obreiro

Do meado em diante,

Que não antes

 

Agua de Janeiro

Todo o anno tem concerto

 

Uma inverna de Janeiro,

E uma sêcca d’Abril

Deixa o lavrador a pedir

 

Janeiro molhado,

Se não é bom p’ró pão,

Não é umau p’ró gado

 

Em Janeiro sécca a ovelha

Suas madeixas ao fumeiro,

Em Março, no prado,

Em Abril as vae urdir

 

Janeiro,

Geadeiro

 

Janeiro geoso,

Fevereiro nevoso,

Março molinhoso,

Abril chuvoso,

Maio ventoso,

Fazem o anno formoso

 

Da flor de Janeiro

Ninguem encheu o celleiro

 

A nodoa de Janeiro

Não tira o anno inteiro

 

Sol de Janeiro

Sempre anda atrás do outeiro

 

Sol de Janeiro

Sae tarde

E põe-se cedo

 

Janeiro quente

Traz o diabo no ventre

 

Qualquer ramo em Janeiro

Torcido está quedo

 

Luar de Janeiro

Não tem parceiro,

Mas lá virá o d’Agosto

Que lhe dará pelo rosto

 

Se queres ser bom alheiro

Planta os alhos em Janeiro

 

A pesca em Janeiro

Vale carneiro

 

O boi e o leitão

Em Janeiro criam rinhão

 

Pinto de Janeiro

Vae com sua mãe ao poleiro

 

Pinto de Janeiro

Vae pôr atrás do rilheiro

 

Pintos de Janeiro

Sobem co’a mãe ao poleiro

 

Os ovos que se deitam em Janeiro

Já vem a pôr no rilheiro

 

A gallinha de Janeiro

Vae pôr co’a mãe ao colmeiro

 

Quem azeite colhe

Antes de Janeiro,

Azeite deixa

No madeiro

 

O madeiro

P’ra tua casa

Corta-o em Janeiro

 

Em mingoante de Janeiro

Corta madeiro

 

Janeiro,

Poucos em sendeiro,

Um dia,

E não cada dia

 

Dia de S. Vicente

Toda a agua é quente

 

Vae-te embora Janeiro,

Cá fica o meu cordeiro

 

Vae-te embora, Janeiro,

Deixar-me-as Abrile Maio

 

O mês de Janeiro,

Como bom cavalleiro,

Assim acaba

Como na entrada

 

Calça branca em Janeiro

É sinal de pouco dinheiro

 

Bac’ra (=bácora) de Janeiro

Com seu pae vae ao fumeiro

 

 

 

S. Vicente       22 de Janeiro

 

 

Fonte :

Revista Lusitana, vol II, Livraria Portuense, 1890-1892, pp121-124

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Lundi 27 décembre 2010 1 27 /12 /Déc /2010 06:47

Lente cathedratico na Faculdade de Philosophia, professor de Botânica na Universidade de Coimbra

 

 

Percurso

 

Entrou na Universidade de Coimbra em 1844, para estudar direito. No ano 1848, quando estava no quinto ano de direito, tinha mais dois irmão a estudar na Universidade :

- Manoel de Carvalho Coutinho de Vasconcellos (4° ano de direito)

- Matias de Carvalho e Vasconcelos (1° ano de matemática)

 

Bacharel formado em direito, doutorou-se em Philosofia em 6 de janeiro de 1858.

 

Foi deputado em varias legislaturas, e governador civil de Coimbra.

 

Foi director geral da instrucção publica.

 

 

Botânica

 

Tem-se dado principalmente ao estudo da botânica, mineralogia e geologia. Possuia um rico herbario da Flora nacional.

 

« Tendo predilecção pelas sciencias historico-naturaes começou o seus estudos pela mineralogia e geologia, cultivando-as como verdadeiro naturalista : percorreu quasi todas as nossas provincias em companhia do nosso distincto geologista o sr. Carlos Ribeiro, e foi assim, n’est escola toda pratica, que s. exc. Formou o seu espirito de observador. Ultimamente, porém, tem-se dedicado aos estudos praticos da botanica, e em especial ao conhecimento da nossa flora » (1868)

 

Professor de Botânica, "apesar de não ser um bom botânico, era um excelente professor, que sabia como incentivar os seus alunos."

 

 

 

Proprietário

Um dos maiores proprietarios de vinho, do concelho de Cantanhede, com seus vinhedos em Ourentã.

Tinha uma manada importante de éguas no Moinho do Almoxarife.

 

 

Doente, é visitado pelo Imperador do Brasil, Pedro II em 1872 :

D-Pedro-II-01.jpg

« Repetidas vezes, na sua passagem por Coimbra para o Porto, e na sala dos capellos, havia o Imperador manifestado interesse muito paticular pela saude do sr. Antonio de Carvalho Coutinho e Vasconcellos, lente da faculdade de philosophia, e diecto geral de instrucção publica.


Deixando o observatorio astronomico, fez caminho por casa d’este cavaleiro, e foi visita-lo.


O sr. Antonio de Carvalho continuava doente da longa enfermidade que ainda soffre, mas estava de pé. O bondoso monarcha, entretando, abrassou-o affavelmente, e deu-lhe noticias de seu irmão, o sr. dr. Mathias de Carvalho, fazendo-lhe honrosissimas ausencias ; e dizendo que tinha recebido carta d’elle havia ha poucos dias, e que não lhe escrevesse o sr. dr. Antonio de Carvalho, porque queria ser Sua Majestade o primeiro a communicar-lhe noticias suas.


[…] Emfim, depois de palavras muito consoladoras par o sr. dr. Antonio de Carvalho, e de despedidas muito affectuosas, tanto ao illustre enfermo como a sua esposa, retirou-se, deixando consignada uma prova de consideração e deferencia honosissima para aquella familia, podendo ser considerada como resultado das sympathias que adquiriu no animo do monarcha o sr. dr. Mathias de Carvalho como ministro de Portugal na sua côrte, sympathias que tem sabido inspirar egualmente a todos os nossos compatriotas residentes no imperio brasileiro, assim como aos naturaes. »

 

 

Faleceu em 1873.

 

Discurso pronunciado pelo Reitor da Universidade de Coimbra

Julio Máximo de Oliveira Pimentel

Visconde de Villa Maior

Em 16 de Otubro de 1873


O Dr. Antonio de Carvalho Coutinho e Vasconcellos,

lente cathedratico na Faculdade de Philosophia, foi o

primeiro que vimos desapparecer d'entre nós, depois

de uma prolongada e atroz enfermidade, que por

tanto tempo nos trouxe angustiados entre esperanças

e receios.

A superior intelligencia de que era dotado, a serie-

dade e integridade do seu character, a affabilidade do

seu tracto, e a sympathia geral que havia conquistado,

já no magistério, já nos cargos superiores de adminis-

tração publica, que por algum tempo foi chamado a

exercer, tornaram a sua perda profundamente sentida

de quantos o conheceram, e para nós muito saudosa

será sempre a sua honrada memoria.

Não havia decorrido muito tempo que este distincto

professor deixara vaga a cadeira de Botanica, na qual

ultimamente o collocara a Faculdade de Philosophia,

fazendo justiça á sua provada competencia neste ramo

da Historia Natural, quando dois dos mais esperançosos

professores da Faculdade de Medicina se finaram, um

após o outro, em curto intervallo, ambos victimas de

um cruel padecimento.


Anuário da Universidade de Coimbra

Anno lectivo de 1873 a 1874, p 18

 

 

 

Portugal-mapa-Ourenta-01.jpg Genealogia :

 

filho de Matias de Carvalho Mendes Coutinho de Vasconcelos e D. Joana Emilia Toscana (nascida em 03/09/1795 em Ourentã)

 

ver sua ascendência no artigo do seu irmão Matias de Carvalho e Vasconcelos (1832-1910)

 

 

 

 

Fontes :

- Memória histórica da faculdade de philosophia. 1872. Jacintho Antonio de Souza. p 265.

- Viagem dos Imperadores do Brasil em Portugal. Imprensa da Universidade, 1872. p228.

- O Archivo rural, vol. 14. 1872. p486.

- Jornal de sciências mathemáticas, físicas e naturais, vol 1- 2.  Academia das Ciências de Lisboa. 1868. p 33.

 

Links :

http://bibdigital.bot.uc.pt

Biblioteca Digital de Botânica

 

http://www.uc.pt/jardimbotanico

 Jardim Botânico de Coimbra

 

Meus artigos :

Matias de Carvalho e Vasconcelos (1832-1910)

1866 : vinho no concelho de Cantanhede

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Samedi 25 décembre 2010 6 25 /12 /Déc /2010 06:32



Natal-ida-a-igreja-c1940.jpg FELIZ NATAL

para todos
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Jeudi 23 décembre 2010 4 23 /12 /Déc /2010 18:22

Alguns doces tradicionais para Natal :

 

filhozes.JPG

 

 

Filhózes de Abóbora

  (ver a receita abaixo)

 

 

 

 

 

Rabanadas rabanadas.jpg

Mais ou menos doze horas antes (na noite anterior se os fizer de manhã, ou de manhã se os fizer para a noite), pôr o pão seco de molho num pouco de leite. O pão vai absorber o líquido.

 

No momento : Num prato fundo, mexer os ovos. Pôr o pão nos ovos dos dois lados, e de imediato numa pela quente untada com um pouco de óleo. Passar dos dois lados até corrar.

 

Polvear as rabanadas com açúcar e canela.

 

Servir quente. (...mas frio também não é maú !)

broas-natal-01.JPG

 

 

 

Broas de Natal 

  (ver a receita abaixo)

 


 

 

 

Natal-receitas-Ilustracao-Portuguesa-N.--879-p004.jpg

 

 

 

Fontes :

- receita de minha mãe

Ilustração Portuguesa nº 879, 12/1922, p004


Meu Artigo :

- Bairrada / Gândara : Gastronomia

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